Sempre sonhei com o amor. O dia que ele chegaria e eu, pobre mortal, me sentiria grande.
Quis viver o amor romântico... o de filmes e novelas... que sempre é recíproco, intenso e belo, que é a primeira vista ou que é descoberto depois de anos, mas que é pleno e que é fácil... que não é complicado...
Pensei que quando ele chegasse seria o dia mais feliz da minha vida. E que assim, todo o resto seria mais simples.... passar as dores da vida com alguém que te ama (e é amado), deveria ser menos dolorido. Afinal, os motivos para a luta são duas vezes maiores.
Mas parece que todas as minhas esperanças de que ele apareça se tornam mais utópicas que nunca. Não! Minha falta de paciência, um tantinho de preguiça e excesso de orgulho me fazem deixar tudo que foi construído (será?) se perder... Prefiro esquecer as delícias da paixão e voltar à minha busca... Mesmo sentindo cada milímetro da alegria e ilusão de dias atrás... Ao contrário do mundo, tudo que pra mim é difícil, tem gosto de fel, sou mimada e egocêntrica... gosto mais do meu mundo de idealizações e fantasias... Meu amor me acha. Não preciso garimpá-lo em cada sorriso ou troca de olhar... e ele, me quer do jeitinho que sou, cheia de vontades e poses.
Detesto te desagradar, Sr. Orkut, mas hoje, mais precisamente às 20:33, meu sonho está cada vez mais difícil de se realizar...
5 de setembro de 2008
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